Adeus ao judeu roqueiro
Sammy David morreu no Rio
Quem conheceu Sammy David (David Samuel), figura querida do Rio, com sua bengala Fifi, decorada como uma serpente, sua perna deficiente mais rápida que a de muito preguiçoso, seus ombros largos, sua barba anos 60, sabe o quanto perdemos seus amigos e os que o viam para as bandas do Arpoador ou na sinagoga de Copacabana. Sammy David rodou mundo, voltando sempre ao seu centro, o Rio, rodou mundo mesmo, até em claustro grego já esteve, diz que conheceu Chacal, o sangue gelou. Que coração tinha o Sammy, e que pulmão quando cantava gritavas as letras do Arpoador Stone, sua banda. À mãe Rosa, à irmã Regina, à sua Inamar, à Ilana, e a todos os seus amigos, a turma do Barão, o Gabeira, o pessoal do Nome do Grupo, do Nós, sei lá mais quem, quem nadava com ele no Flamengo, o Sammy no seu carro adaptado, na sua voz rouca, no seu gê que erra erre, que saudades do Sammy, com quem falei ainda no sábado, esquálido, cadê os ombros, cadê a Fifi, cadê o Sammy, morreu hoje, será enterrado amanhã (sexta) em Vila Rosaly, não sei ainda a hora, amanhã informo melhor, tchau Sammy.
E agora, por mim mesmo: Foi uma grande perda. Gostava muito de você, David. Aqueeeele Dreamweaver tá lá em casa, até hoje é o que eu uso, lembra dele?... Não, agora você não está nem mais aí pra Dreamweaver, XML, etc e tal. Está bem longe, em algum lugar em que suas limitações físicas (que, na verdade, a gente bem sabe que não faziam a mínima diferença pra você) não mais existem. Aproveite pra compor e cantar uns rocks bem maneiros por aí, por toda a eternidade!
Google reserva 1 milhão de números telefônicos
O fim do criador do Krull = Barboooosa

29/05/1955 - 05/06/2009
Morreu na madrugada do dia 5, José Renato Soares Nunes, aquele que, quando eu era criança, me esforçava por imitar (tentando ser estudioso...) - até certo ponto deu certo, mas ele era bem mais sociável que eu, e, pelos títulos, muito mais "sinistro".
Se havia alguém que servia de exemplo de pessoa que veio de baixo, e que poderia vencer pelo estudo, com dedicação, esse foi ele...
Nunca vou me esquecer de você, tio... Nunca me esqueci, e não deveria ter deixado de ir passear aí lonjão, quando pude, a ainda dava tempo de nos vermos e conversar... Sentiremos falta daquele seu sorriso, do seu jeito de falar, seu sonzinho no violão, sua sabedoria sobre tudo que é assunto...... E sua ligação com o meio-ambiente, tão grande que foi morrer bem no dia dele!...
Descanse em paz, tio...
Bom... o post acaba aqui, por falta de palavras.
O fim do Geocities
Fim (teórico) da Migração da Seção “Programação”
Nyasia – Now and Forever
Raul Seixas e a Bíblia
(por Luiz Sayão)
É fato conhecido que um dos pioneiros do rock nacional, que fez muito sucesso há cerca de três décadas, foi o controvertido Raul Seixas. Numa mistura de protesto e busca por respostas para a vida, o conhecido “Raulzito” causou a mais diversificada reação em todo o país.
Pouca gente sabe que o falecido roqueiro conheceu o Evangelho de Cristo. Chegou até mesmo a ter um filho com sua primeira companheira, que era filha de um missionário norte-americano. Todavia, a perspectiva panteísta e agnóstica de Raul Seixas mostrou que o famoso cantor não abriu o coração para a mensagem do Evangelho. Sua morte não deixa dúvidas sobre isso! Por incrível que pareça, se Raul Seixas não se deixou influenciar pelas boas novas de Jesus, parece-me que suas idéias estão cada vez mais presentes na realidade evangélica contemporânea. Será possível que estamos caminhando para uma “teologia do Raul Seixas”? Será que teremos um evangelho “maluco beleza”? O amigo leitor pode dar sua própria opinião. Enquanto as Escrituras deixam claro que existe apenas um Deus verdadeiro, que está acima de sua criação (Is 44.6; Rm 1.18-21), a perspectiva panteísta aparece expressa na música “Gita”, de Raul. Ele afirmava: “Eu sou a luz das estrelas / A mãe, o pai e o avô / O filho que ainda não veio / O início, o fim e o meio.” Este enfoque tenta tirar de Deus a glória que só Ele tem e merece. De modo geral, o panteísmo que deifica a natureza acaba definindo como categoria suprema o fluxo do movimento. Heráclito sorriria no túmulo. Tais idéias, muito presentes nos filmes norte-americanos mais populares, parecem emergir do conceito de que Deus é uma energia, “um fluir” (unção?). Em certos redutos evangélicos já se pode perceber que Deus se tornou “um poder manipulável” por “comandos determinadores”. Além disso, o enfoque da teologia do processo, que já nos influencia com todos os seus desdobramentos específicos, também diminui Deus e o coloca sob o domínio do “fluxo do tempo”, sugerindo que Ele é apenas nosso sócio na construção da história.METAMORFOSE AMBULANTE
A idéia da supremacia do fluxo do tempo desemboca na rejeição de outras categorias fixas. A única categoria é o próprio tempo, o novo senhor absoluto. Com esse pressuposto, já não podemos ter teologia e ética definidas e claras. Embora a Bíblia seja um livro de orientações muito cristalinas sobre Deus, a salvação e o propósito da vida (2 Tm 3.16,17; 2 Pe 1.19-21), para muitos evangélicos, a teologia “maluco beleza” é preferível. Como diria Raul: “Eu prefiro ser esta metamorfose ambulante / Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo.” Se uma opinião for antiga, deve ser rejeitada! Há uma crise doutrinária e teológica em boa parte do meio evangélico. Muitas pessoas adotam hoje idéias liberais, místicas e extremistas sem a devida avaliação. Nesse caso, não importa sua fundamentação teológica, histórica e lógica. Viva a metamorfose!
Tal sensação de indefinição, presente no pensamento do roqueiro tupiniquim, ajudou a formar seu perfil estranho, controvertido e até mesmo bizarro. Não é que um grupo significativo de evangélicos também já tem se aproximado do esdrúxulo?! Há um certo desprezo pela reflexão, pela teologia, e o crescimento de práticas risíveis e simplesmente inacreditáveis. Será que podemos ouvir o eco da música de Raul ao … Continue Reading ››Página de Programação
Dia do Filatelista
5 DE MARÇO – DIA DO FILATELISTA BRASILEIRO
Os Correios comemoram hoje (5/3) o Dia do Filatelista. Há mais de um século e meio, o hábito de colecionar selos tem atraído um grande número de aficionados, por todo o mundo. Esse tipo de colecionismo é denominado "Filatelia" (do grego fila = amigos e telos = selo); seu praticante é o filatelista. Contudo, nem só de selos vive o filatelista; na sua coleção também se encontram carimbos, franquias mecânicas, folhas comemorativas e blocos. A Filatelia se tornou uma atividade cultural. Os selos comemorativos, por exemplo, registram os aspectos socioculturais das nações, tornando-se fontes inesgotáveis de pesquisa, entretenimento e investimento. Os Correios vêm promovendo a revitalização da Filatelia no Brasil, por meio de projetos que divulgam o hobby. Um deles é o Projeto Correios nas Escolas, que visa estimular alunos e educadores a utilizar os selos postais como instrumento de cultura, pesquisa, entretenimento e integração social. Entre outras ações, o projeto já promoveu ampla distribuição de material promocional para professores, autorizou a impressão de selos em livros didáticos recomendados pelo MEC e incentivou a criação de clubes filatélicos na rede escolar, fomentando essa atividade por meio da organização de mostras e exposições nas escolas. No contexto dessa popularização, os Correios instituíram em 2001 o Troféu Olho-de-Boi, concedido ao artista criador do selo mais bonito do ano. Em 2003 foi lançado o Prêmio Correios Jovem Colecionador, destinado a destacar a melhor coleção filatélica montada por alunos do Ensino Fundamental em todo o País, estimulando-os a colecionar selos e utilizá-los como elemento de pesquisa nos trabalhos escolares. HISTÓRIA Em cinco de março de 1829, D. Pedro I baixou um decreto que organizou os Correios do Brasil, definindo tarifas e outras questões de importância para o desenvolvimento dos serviços postais. Essas medidas culminaram com a independência e a organização dos Correios do Brasil, possibilitando que, em 1º de agosto de 1843, 14 anos depois, fosse emitido o primeiro selo postal brasileiro. Mas a decisão de tornar o 5 de março, o “Dia do Filatelista”, ocorreu somente em 1969, em São Paulo , durante um congresso organizado pela Comissão Estadual de Filatelia. O Brasil foi o segundo país do mundo e primeiro das Américas a adotar o selo postal como comprovante de franqueamento, graças ao pioneirismo do Imperador D. Pedro II, que sensível às idéias inovadoras da época, vislumbrou no Penny Black, primeiro selo emitido no mundo, em 1º de maio de 1840, na Inglaterra, uma conquista que marcaria definitivamente o destino dos Correios. Entre selos, coleções e medalhas, a Filatelia movimenta um mercado de clientes apaixonados por arte, comunicação e cultura. ALGUNS DADOS RELACIONADOS AOS SELOS O valor de um exemplar de selo varia de acordo com sua raridade. O valor real aumenta após dois anos da data de sua emissão. Isto porque, expirado este prazo, o selo é retirado de circulação e passa a ter um valor agregado que pode superar de longe o preço que traz estampado. Selos comemorativos costumam … Continue Reading ››