06/11/2015

Olá,  gente, tudo bem por aí? Esse é mais um daqueles posts para "tirar as teias de aranha" do blog... 🙂 Recebi essa semana (depois de muito tempo, hein?) um email de um visitante aqui do site, um estudante universitário agradecendo pelos Tutoriais de ASM que traduzi e estão aqui no site há quase 20 anos. Fico muito feliz com esse tipo de feedback, ainda mais depois de tanto tempo que comecei e disponibilizei esse trabalho, e par auma linguagem de programação tão antiga, e tão distante do "mundo web" de hoje em dia. É muito legal ver a galera ainda estudando esse assunto... nem que seja só pra passar de período na faculdade (ou, sei que existem, para fazerem hackings, cracks, etc...). O que vale é que, se tem quem estude, tem uma turma inteira estudando com ele (aliás, até hoje, a maioria dos cliques aqui no site vêm através de pesquisas à programação ASM). Se pelo menos uns poucos dessa turma seguirem em frente, o conhecimento não vai se perder e ainda pode continuar gerando frutos, evoluir, etc. Sim, porque o que temos aqui nos tutoriais, é bem "básico". E muita gente acha que ASM é só isso aí, e a linguagem "morreu". Mas isso não é verdade. Fazendo uma pesquisa muito básica, aqui mesmo no meu site, você encontrará esse link (atualizei hoje, o antigo estava quebrado...), apontando para o Win32ASM, que tem vasto material para programação ASM em 32bits no Windows. As possibilidades se expandem enormemente. Mas isso não para por aí. Experimente entrar no Google e escrever "ASM 64" e encontre coisas interessantes como essa página da Intel, documentando as extensões 64 bits à linguagem. É um material muito interessante, que vale a pena ser lido pelos programadores. Ambos os links desse parágrafo contêm material que posso vir a traduzir, se houver interesse - e eu conseguir tempo, que é o mais difícil, e que me atrapalhou até hoje a traduzir o AoA. Eu gostaria de ter mais contato da galera aí fora sobre esse assunto... 🙂

Câmara: Comissão pedirá a suspensão temporária do Uber no País

Comissão pedirá a suspensão temporária do Uber no País
Comissão pedirá a suspensão temporária do Uber no País
Fonte: Jornal da Câmara de 30/10/2015, pg 6  
A Comissão de Defesa do Consumidor aprovou requerimento para pedir à Secretaria Nacional de Defesa doConsumidor do Ministério da Justiça a suspensão temporária do serviço Uber de transporte de passageiros.
O texto alega prática abusiva do Uber com base no Código de Defesa do Consumidor, que veda ao fornecedor colocar no mercado qualquer produto ou serviço em desacordo com as normas expedidas por órgãos oficiais.
Para o deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que votou contra, a comissão nem deveria ter discutido o assunto. “O mérito aqui é do consumidor, não temos o poder de tomar uma decisão de um tribunal de Justiça. É um requerimento para jogar para a plateia, pois não vai ter utilidade nenhuma.”
Respeito à legislação
O  autor do requerimento, deputado Celso Russomano (PRB-SP), afirmou que não é contra o Uber, desde que respeite a legislação. “A livre iniciativa é de fato respeitada pela legislação, mas quando a prestação de serviço é regulamentada, a própria Constituição estabelece que a União pode legislar e até conceder aos municípios
a permissão para legislar em determinados segmentos de transporte. A legislação tem que ser respeitada.” Russomano lembrou que há uma ação na Justiça tratando apenas da permissão
de prestar o serviço. Se a ação fosse sobre a legislação vigente, disse, o serviço não poderia existir, porque, entre outros motivos, só aceita
cartão de crédito ou débito.
Exigências 
O deputado disse ainda que todo serviço de transporte coletivo ou individual de aluguel deve ter placa vermelha, de acordo com o código de trânsito, e motoristas profissionais de categoria estabelecida em lei, além de pagar taxas.
A presidente do Sindicato dos Taxistas do DF, Maria Santana, esteve na votação e disse que o resultado representou o respeito ao direito
do consumidor. A comissãotambém vai encaminhar ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) representação para averiguar a prática de infração à ordem econômica pelo aplicativo.
Audiência opõe serviço e taxistas
Em audiência da Comissão do Trabalho, o diretor de políticas públicas do Uber, Daniel Mangabeira, afirmou que o serviço é acusado injustamente de clandestino e lamentou a agressão de taxistas a motoristas. Para o representante de cooperativas de taxistas Edmilson Americano, a intenção do Uber é legalizar o transporte clandestino.
Economista-chefe do Cade, Luiz Alberto Esteves avaliou que o sucesso do aplicativo se dá em razão de conseguir suprir falhas do serviço de táxi. O deputado Augusto Coutinho (SD-PE), que propôs
o debate, defendeu a regulamentação do serviço.

Deputados reúnem-se com Mark Zuckerberg, criador do Facebook

Fonte: Jornal da Câmara - 20/10/2015
Deputados e Mark Zuckerberg
Deputados reúnem-se com Mark
Zuckerberg, criador do Facebook
   
A convite da equipe do Facebook no Brasil e da Universidade de Stanford, os deputados Luiz Lauro Filho (PSB-SP), Eduardo Cury (PSDB-SP), JHC (SD-AL) e Vitor Lippi (PSDB-SP) estiveram na semana passada na Califórnia (EUA), onde conheceram o Vale do Silício e foram recebidos pelo criador da rede social, Mark Zuckerberg, para debater o projeto Internet.Org.
O objetivo foi conhecer soluções de conectividade para as regiões mais pobres e remotas do Brasil.
Integrante da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática, Luiz Lauro Filho destacou que a internet pode trazer, além de notícias em tempo real, educação e entretenimento aos que detém o acesso. O deputado JHC, que também integra a comissão, disse que a intenção é criar, no Nordeste, um ambiente  propício à inovação, permitindo a geração de empregos, conhecimento tecnológico, atração de investimento e um  ambiente de constante inovação.

Parlamentarismo no Brasil?

Há muito tempo não tenho visto comentários entre os políticos sobre a parlamentarismo. Muito tenho lido, sim, em jornais, opiniões de cidadãos politizados, etc. Mas, curiosamente, e em tempos de desejo de "reforma política", eis que o Jornal da Câmara de hoje (página 6) me informa que há uma Frente Parlamentar Mista em Defesa do Presidencialismo Participativo(ou seja, deputados e senadores - OK, o Jornal do Senado também menciona em uma nota menor na página 4 - envolvendo 213 parlamentares, que defendem uma "transição gradual" para o Parlamentarismo. Gradual porque uma menção ao  parlamentarismo direto "assustaria". A "transição" se daria por um "presidencialismo participativo", com maior contato entre o executivo e legislativo. Algo como o presidente visitando e debatendo mais com o congresso os rumos para o país. É uma novidade interessante, mas, pela independência e funcionamento dos poderes atualmente, não significa muita coisa se eles não chegarem a consenso nos assuntos debatidos. Continuaria o jogo de bancadas, o veto ou não veto de atos dos dois lados pelo outro, etc. Mas OK, uma alteração nos trâmites dessa relação entre os poderes pode ser feita durante essa transição. Mas uma coisa preocupante "mesmo" nessa proposta é que o povo já por 2 vezes escolheu ficar com o presidencialismo, e pelo que li, não parece que o povo seria novamente indagado. Pra piorar, há ainda uma "Frente Parlamentar Franco Montoro em Defesa do Parlamentarismo", com 225 deputados (maior que a outra) que defende a aprovação direta da PEC 20/1995. Sabe o que tem ali? "Parlamentarismo instantâneo". Atenção, pessoal, que vão ignorar o que já escolhemos uma vez sem nos perguntarem de novo se agora queremos mudar, agora que temos 22 anos de experiência democrática no formato que escolhemos. Atenção!

General faz alerta sobre soberania na Amazônia

Fonte: Jornal do Senado de 17/07/15 Em audiência pública ontem na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE), o comandante do Exército, general Eduardo Dias da Costa Villas Bôas, alertou para riscos de enfraquecimento da soberania do Brasil sobre a parte nacional da Amazônia, referindo-se a situações que limitam a autoridade do país sobre decisões estratégicas para o desenvolvimento equilibrado da região. Como exemplo, citou recente proposta do presidente da Colômbia, Luiz Manoel dos Santos, de criar um corredor ecológico na Amazônia, dos Andes até o Oceano Atlântico, compreendendo a Amazônia brasileira. O objetivo é levar a ideia para a próxima reunião da Conferência de Mudanças Climáticas (COP-21). Toda a extensão do corredor ficaria intocada, sem exploração de riquezas — estimadas em mais de US$ 230 trilhões. Para o general, que imputou a ideia à entidade Gaia internacional, pode-se conciliar preservação e uso de riquezas: — Esse processo [radicalismo pela preservação] é como combater fantasmas, porque a gente não sabe de onde vêm, quem são, o que fazem e quais são seus reais objetivos. Villas Bôas foi convidado, por requerimento de Aloysio Nunes (PSDB-SP), a debater controle das fronteiras, tráfico de drogas e armas e coordenação com as forças militares dos países limítrofes na Amazônia. O comandante também questionou a “coincidência” da fixação de reservas indígenas em áreas de concentração de riquezas minerais: — Não sou contra unidades de conservação em terras indígenas, mas temos que compatibilizar esse objetivo com a exploração dos recursos naturais — defendeu. Segundo o general, o país ainda não é produtor de cocaína, mas tem sido usado como corredor de droga para o exterior, além de ser o segundo mercado consumidor do mundo, depois dos EUA. Quanto ao tráfico de armas, informou que é mais presente em fronteiras da Região Sul. A resposta das Forças Armadas para aumentar a proteção das fronteiras, inclusive na Amazônia, segundo o general, é a implantação do Sistema integrado de Monitoramento de Fronteiras (Sisfron), cuja conclusão está prevista para 2023. Porém, admitiu que pode atrasar, em razão de cortes orçamentários. Os senadores prometeram apoio para acelerar a implantação do Sisfron.  

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