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Oi

E aí, galera, tudo bem? Percebi que o horário de almoço e alguns (poucos) momentos livres ao longo do dia são bons para reflexão e ideias fluem… ok, nem sempre, mas às vezes sim, e bem que eu poderia aproveitar e postar qualquer groselha aqui (até parece que alguém me lê). É o que estou fazendo agora. Estou almoçando. E depois mais muitas horas de trabalho, então é bom aproveitar o tempo livre.

Por aqui, uso o tempo livre pra ouvir música e/ou uns podcasts. Já me inteirei das novidades tecnológicas pelo cocoatech e loop matinal. Agora é hora do digital tsunami. Amanhã não sei. E a tarde, além de muito trabalho, sabe-se lá o que me espera. Tenho reunião, uma mini-apresentação a fazer (se isso não estiver na nova ortografia, me avisem), e vamos que vamos. Como coordenador de uma equipe que trata Incidentes, tudo pode acontecer, e haja equilíbrio e sangue frio…

Assembly 2017


Está rolando hoje, e termina amanhã, a AsmParty 2017. Acessem pelo site deles e divirtam-se. Streamings ao vivo pelo Twitch. Competições variadas, incluindo CS, além das competições de compos (vídeos, músicas, etc)

Www.assembly.org

Diversão garantida na nossa festa favorita, que leva o nome da nossa linguagem favorita… e que sempre quis estar ao vivo, mas ainda não deu…

O fim das cornetas

Fonte: Câmara Notícias


Você se lembra daquelas cornetas infernais que forma muito vendidas na época da Copa Mundo, que infestaram as cidades, e, pra piorar, os camelôs faziam questão de tocar o dia inteiro para te convencer a comprar, e dá pra ouvir a quilômetros de distância?

Os dias delas estão perto do fim. Pelo menos de forma legal.

Com a aprovação, ontem, pela CCJ da Câmara, do Projeto de Lei 3022/08  (ou seja, desde 2008 isso já incomodava), a venda desse tipo de corneta, movida a propanobutano, será proibida em breve. E era extremamente inseguro. OK, o gás não é explosivo, mas é tóxico. Há anos, houve casos de pessoas morrendo pela inalação desse gás (mesmo que elas devessem saber que a ideia de uma corneta não é apontar para o nariz. Assim como cola de sapateiro não deveria ser pra cheirar). E o ruído não só incomoda. Pode causar problemas auditivos para quem manuseia intensamente, e quem está na direção que a buzina é apontada. Como eu disse, o barulho é MUITO, mas MUUUUUUUUITO alto.

Buzina “da alegria”, você já vai tarde.

Vivam as vuvuzelas!

Vem aí o o ICN

Fonte: Jornal do Senado, de 12/05/2017, com grifos meus.

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Sancionada lei que cria documento único de identificação

Foi sancionada ontem a lei que institui a Identificação Civil Nacional (ICN). Criada para unificar os cerca de 20 documentos de identificação usados no Brasil e dificultar a falsificação, a lei só não substitui passaporte e Carteira Nacional de Habilitação pelo novo documento.

A Justiça Eleitoral organizará uma base de dados com informações de identificação de todos os cidadãos, para uso de todos os órgãos governamentais.

Além de foto, o documento único conterá dados do cadastro biométrico que está sendo organizado pela Justiça Eleitoral por meio dos registros para o título de eleitor. Não será necessária a troca imediata do documento que ainda estiver válido.

— A identificação com um número único será extremamente positiva para coibir falsidades e permitir um acesso mais rápido e direto do cidadão em relação aos benefícios a que faz jus — disse o senador Antonio Anastasia (PSDB-MG).

Relator do projeto que deu origem à lei (PLC 19/2017) e que foi aprovado pelo Senado em 11 de abril, Anastasia afirmou ainda que o novo documento facilitará as relações entre o Poder Público e cada cidadão.

Para o presidente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Guilherme Afif Domingos, as pessoas vão entender que este número será o mais confiável para a identificação.
Com Agência Brasil

Apple e seu APFS

Eis que vejo aqui que a Apple está lançando hoje o iOS 10.3  – depois de um monte de versões beta. Como já me dei mal inúmeras vezes em upgrades menores de iOS, com certeza vou esperar um booooooooom tempo para atualizar dessa vez, por um detalhe que pode trazer muita dor de cabeça se der errado: a troca do HFS pelo AFS.

Há mais de 30 anos a Apple usa o HFS como sistema de arquivos. E, claro, é o que vinha sendo usado no iOS desde seu lançamento – e lá se vão 10 anos. Mas só até o iOS 10.3. Agora estará em uso o APFS. Uma nova forma de se endereçar, organizar e armazenar arquivos. Basicamente, há diferenças em capacidade. Muitos beta testers até reportaram “aumento de capacidade” de seus aparelhos. Provavelmente o truque está na forma de alocação dos arquivos. “ganhos” desse tipo aconteceram no mundo Windows quando da época do lançamento do FAT32 e outros semelhantes com atualizações do NTFS, devido a mudança no tamanho mínimo de cluster. Exemplo: no FAT comum, se você tinha um arquivo de 1 byte, provavelmente estaria ocupando o mesmo espaço que um arquivo de 32KB, porque ambos caberiam no mesmo espaço mínimo. Ou seja, o “disperdício” era grande no FAT. O FAT32 diminuiu esse problema, e outros sistemas de arquivos todos trabalham em cima desse critério e vários outros de forma a otimizar a utilização de espaço no seu disco / pendrive / smartphone / etc. E o APFS é mais um desses sistemas – e é por melhorias desse tipo que há usuários reportando melhorias na capacidade. Provavelmente, são melhorias na forma de armazenar o arquivo.

Esse tipo de melhoria é sempre bem-vinda. O curioso é que a Apple parece estar focando essa tecnologia só para dispositivos móveis. Ora, se houver avanços, e o APFS for estável, seguro, e confiável o suficiente, imagino que deveria ir para os desktops também. O ganho talvez até seja mais notável por lá.

Vamos ver o que acontece, mas, enquanto isso, vou ficar quietinho aqui no 10.2.1… que já foi atualizado aqui com muuuuito atraso pra evitar os problemas que o iTunes tem me dado.

>>> Atualização em 28/3: Esse post aqui já indica que o APFS vai chegar no MacOS. Como eu achava que deveria mesmo. 🙂

Planos para 2017?

Abriu a janela e viu o tempo. Nublado. Já tinha chovido, e parecia que ia chover mais. Não era um dia propício para fazer planos, pois preferia os dias alegres para poder pensar (já entrando no clima) nas férias que um dia ia tirar no outro ano. Mas decidiu que era hora. Faltavam só umas 2 semanas para o ano novo. O prazo encerrando. A obrigação imaginária de criar uma lista de afazeres a realizar no ano vindouro martelava sua cabeça.

“Para onde viajo dessa vez? Que mês mesmo deve entrar aquele dinheiro extra? E será que dá pra trocar de carro? Melhor postergar a viagem para aquele outro mês… ih, mas e as férias das crianças vai ser quando mesmo? Preciso encaixar uns dias de férias em comum… poxa, mas em alta temporada os preços sobem. Vou pra praia ou pro campo? Esse ano preciso rever o orçamento… preciso juntar mais dinheiro para o futuro do que consegui nesse ano…”

E assim passou o dia em suas divagações. Números, datas, eventos que nem sabe se vai poder fazer, na verdade. Imprevistos acontecem, e eles não são previstos. Óbvio. E, no fim, ele já tinha uma agenda sobrelotada de tarefas para 2017. Foi aí que ele parou, e se deu conta de que faltava algo. OK… tarefas, eventos, passeios, algum esboço de orçamento… e cadê o plano para a vida? “Dentre esses planos, o que dá pra virar rotina? Hmmm.. essa de revisar o orçamento talvez seja uma boa. Deveria fazer sempre, não só uma visão geral ano a ano – que será descumprida também ano a ano. E  a saúde física? E mental? Eita, preciso ler um pouco mais, exercitar o cérebro também de vez em quando?”

Pois bem. Anos e anos se passam e esse tipo de reflexão não tem sido feita da forma apropriada.  A ideia de “resoluções de ano novo” falha fortemente quando traçam-se metas que não podem ser medidas, ou sem definição de como agir para chegar a essas metas. Parecem-se mais com “desejos” do que “metas”. “Quero, no próximo ano, ficar rico”. Poxa, até eu. Mas como você vai conseguir isso? Nem mesmo tentando se capacitar para um emprego melhor? “Quero perder peso”. OK, mas como? Pretende perder X kilos ao ano, sem parar de comer a mesma comida não-saudável, e sem exercícios? E pretende fazer alguma dieta maluca que não dá resultado depois que você acaba de fazer?

Porque não usar, então, os 12 meses que você usa como guia, para trabalhar a seu favor? Tente pequenas melhorias mês a mês, de forma que ao fim do prazo, você terá conseguido o que quer, e mais: é bem provável que você terá adquirido hábitos que te levem a seguir em frente e não retroceder nos anos seguintes.

Vamos tentar um 2017 melhor?

 

Países em paz?

Vocês já viram esse artigo na Indy100 que diz que apenas 10 países no mundo estão “totalmente em paz”? Olha lá que divertido: um dos países está na América do Sul, não é o Brasil, e até já visitei… Não estava lá muuuuita vontade de voltar (a comida é muito ruim), mas com dados desse tipo, até que dá pra começar a mudar de ideia.

Enfim, não é um artigo muito recente, mas não pude escrever antes. Nele, dá pra ver uma “mancha” de violência entre África e Oriente Médio. E, pela comparação com o ano anterior, a mancha parece ter aumentado. A Síria seria o país mais problemático hoje em dia. A situação dos refugiados sírios está aí para confirmar isso.

Se você precisava de mais um motivo para fugir de 2016, ei-lo: o Brasil, em tempos de Olimpíadas, caiu 5 posições no ranking dos países mais pacíficos. Agora estamos em 105º lugar. Nossa, que beleza, hein? Veja que o relatório contempla 163 países. Assim, estamos abaixo da média… mais uma vez.

O arquivo original do relatório do Índice Global da Paz (GPI), gerado pelo IEP pode ser encontrado aqui. Por segurança eu baixei uma cópia e coloquei aqui no meu site.